DTR MOVIE: OKJA, UMA VERDADE A SER DIGERIDA

Sou cinéfila. Amo assistir filmes. Especialmente, aqueles que contam histórias inspiradoras, emocionantes e inovadoras. Nunca tinha assistido a um filme igual a Okja. Um roteiro tão original quanto o seu nome. Dirigido por Bong Joon-ho, o filme conta com Tilda Swinton (amo essa atriz) no papel de vilã, Jake Gyllenhaal fazendo um veterinário com complexos de inferioridade, e nosso querido Glenn de The Walking Dead, Steven Yeun, que faz parte de um grupo de ativistas que lutam pelos animais.



DTR EDITORIAL: PLASTIC NATURE

A natureza em sua plenitude e em sua simplicidade é perfeita. Não necessita de seres humanos para viver, ela é muito bem “resolvida” com os seres que já a habitavam. Mas, o homem veio. Partiu dela. Aquela que dá a vida e não espera nada em troca. No entanto, os homens, em sua busca incansável por “progresso”, começaram a não mais querer apenas o necessário Dela, queriam mais, mais e mais. O exagero, a antiga lógica capitalista, a cegueira por um poder sem limites, e a falta de consciência de uma sociedade que só enxergava os efeitos de suas ações a curto prazo, nos levaram a produção de um material “imortal”, feito para durar para sempre. E, aí, se fez o plástico. Material resistente, duradouro e barato. O plástico está presente em tudo, absolutamente tudo em nossas vidas. Pare. Dê uma olhada a sua volta. Observe quantos objetos no seu campo de visão, são feitos de plástico. Aposto, que a maioria deles; quem sabe todos.

Quantos saquinhos de supermercado temos em nossas casas? Quantos deles irão parar em aterros sanitários junto com outras toneladas de lixo? Será se irá existir uma mínima possibilidade de serem reciclados? Think about it. Uma vez, assisti a um vídeo onde mostrava onde iria parar o plástico/lixo que jogamos fora. Guess where?  No peixe que comemos! Você joga o plástico no lixo e ele volta para você, em forma de um delicioso peixe escabeche (adoro!). Para se ter uma noção do quanto de plástico que vai parar nos oceanos, de acordo com BBC, são mais de 8 milhões de toneladas que dão para cobrir 34 vezes a área de Manhattan com uma camada de lixo na altura do seu joelho. É, meus caros, é lixo a se perder de vista.

Mas, aí você pode estar wondering: “tá, é muito lixo, muito plástico, eu sozinho não vou mudar essa realidade e nem vou nem tentar, afinal de contas it’s not my problem “. O problema não é seu. O problema é Nosso. De seus futuros filhos, netos e bisnetos. De gerações inteiras que irão vir depois de você. É, se não lhe falaram até agora, a vida continuará depois que você partir desse planeta. That’s the ugly truth. O problema é grande, enorme, de proporções oceânicas. Mas, o que podemos fazer? O que está em nosso alcance? Digo: muito! A começar por diminuir seu próprio consumo de plástico. Sabia que no supermercado Extra, você ganha um desconto em suas compras se você levar suas próprias sacolas? O desconto é ínfimo, mas se várias pessoas começarem a usarem, quem sabe eles não aumentam? Só iremos saber tentando, não é mesmo? Outra atitude que você pode tomar é de levar uma garrafa de água, suco, chá (seja lá o que você bebe o dia todo), com você. Principalmente, no ambiente de trabalho, onde copos e mais copos são usados para beber água várias vezes ao dia, por uma mesma pessoa. Já pensou, ou parou para contar quantos copos uma pessoa em média gasta para beber água se ela usar um novo toda vez que bebe? Muitos, I guess. Reduzir o seu consumo de plástico não irá mudar o mundo. Mas, pode ter certeza que você irá mudar o seu  mundo e o de outras pessoas ao seu redor através de seu exemplo. Fala-se muito de mudança. De governo, de leis, de pessoas, de relacionamentos. Mas, é como aquela famosa frase diz: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Tudo começa com você, dentro de você.
Uma boa reflexão/semana a todos.
Fotos: Yuri Ribeiro
Produção: Andrew Louis & Eduardo Franco



(D E S) A P E G O: UMA REFLEXÃO

Depois de um longo hiato, necessário e fundamental, estamos voltando. Vestindo outra roupa. Carregando um novo conteúdo. Abraçando um novo propósito e escrevendo em um novo papel. Espere por reflexões, editoriais mais conceituais, pelo inesperado e pela mudança. Sempre bem-vinda. E, em nossa volta, refletimos sobre o apego e o (d e s) a p e g o. Esperamos que não se apeguem às palavras nem aos sentimentos que elas causam. Palavras apenas indicam um caminho. Cada um possui o seu. Desvenda-te.



DTR FASHION REVOLUTION: QUEM FEZ MINHAS ROUPAS?

Em 2013, um prédio de 3 andares, no qual funcionava uma fábrica de tecidos, desabou em Blangadesh matando mais de 1.000 pessoas, revelando um lado obscuro de uma das indústrias mais lucrativas do mundo. O desabamento revelou, apenas, uma ponta do iceberg das condições precárias em que trabalhadores da indústria têxtil na maioria das vezes se encontram. O episódio do Rana Plaza, assim como ficou conhecido, foi o estopim para o início de um movimento chamado Fashion Revolution que visa chamar a atenção tanto das empresas quanto dos consumidores para uma maior transparência, sustentabilidade e ética dentro da indústria de moda.


DTR ECO: COMO VIVER UMA VIDA ZERO LIXO?


O Earth day (Dia da Terra), é dia 22 de abril. E, nós do DTR resolvemos escrever os posts dessa semana relacionados à mother  Earth. O que podemos fazer para que nosso planeta não sucumba à ação desenfreada do homem? MUITO! Semanas atrás eu estava assistindo a vídeos do TED Talks, uma plataforma para compartilhar ideias sobre os mais variados tópicos, e me deparei com o vídeo de uma menina chamada Lauren Singer com o seguinte título: “why I live a zero waste life? “. Na tradução livre o título quer dizer: “por que eu vivo uma vida de lixo zero? ”. Lauren, ainda enquanto estudante do curso de meio ambiente teve dois momentos que a levaram a viver esse lifestyle de hoje. Um, foi quando no seu último ano, seu professor questionou seus alunos acerca da importância de viver seus valores, o que a levou a pensar em sua relação com o meio ambiente. E, o outro momento, foi quando se sentiu incomodada com uma colega de classe que toda semana trazia seu almoço dentro de um saco plástico, em um recipiente também de plástico junto com uma garrafa de água (adivinhe): de plástico. Lauren via aquilo e pensava: “nós devemos ser o futuro desse planeta e aqui estamos com nosso lixo estragando tudo”.


DTR FASHION: VELUDO FEVER


No post de hoje, iremos falar sobre um tecido que, pelo que vimos na última temporada de fashion weeks, não irá sair da sua wish list  tão cedo. O veludo, tecido por muito tempo utilizado somente pela nobreza e símbolo de status social, hoje se encontra ao alcance de todos. Feito a partir de diversas fibras como a seda, o acetato ou algodão, permitindo algumas diferenças em caimento, em textura e efeito visual, fazem do veludo o queridinho da vez. Bordado, com efeito “molhado”, estampado, não importa, o veludo vai bem em qualquer de suas versões e, também, estações. Foi-se o tempo em que o veludo remetia só a inverno. Hoje, já vemos até biquínis feitos de velvet (nome do tecido em inglês). Então, para mostrarmos como essa fever está dominando o cenário da moda atual, reunimos aqui, diversas inspirações e combinações, tanto de cores como de peças chave como um blazer, por exemplo, que podem dar outra “cara” ao seu look básico de todo dia. Ah, engana-se quem pensa que o veludo fever esteja restrito só a moda. Ele está presente até nos móveis e artigos de decoração, que podem dar um up em sua casa a tornando mais cool.

Esperamos que gostem da nossa seleção e um ótima semana santa a todos!
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Fotos: Pinterest


DTR FASHION: TRANSPARÊNCIA, A ROUPA QUE SE VÊ

We are back  e cheios de posts novos para vocês!

No post de hoje, reunimos várias ideias de looks da moda do momento: transparência.
Não é de hoje que a transparência está em alta. Há alguns anos atrás, acho que em meados de 2014, eu mesma tinha um conjunto de saia e cropped de renda com transparência. O “diferencial” de hoje, é o uso do tule e dos bordados.

A transparência em uma roupa provoca o sexy, o cool  e o estilo de quem a veste. Um simples blusão de tule por cima de uma calça e cropped já dá o diferencial ao look. E, como usar a transparência?
Você pode optar por realçar uma parte do corpo ou simplesmente optar por realçar o corpo inteiro. O “risco” que muitas temem no uso da transparência é o “parecer vulgar”. Mas, isso vai depender do styling, ou seja, a combinação das peças e acessórios que irão transmitir a imagem que você quer transmitir. Mas, o mais importante é você se sentir bem. O “vulgar” está mais nos olhos da sociedade do que nos seus próprios olhos. Então, se inspirem em nossa seleção de looks para diferentes ocasiões e arrasem!
Fotos: Pinterest